Via Vinum é uma adega boutique no Real Parque.
Nela você encontra os melhores rótulos de vinhos nacionais e importados além de opções de champagnes, linha gourmet e outros acessórios.

Av. Barão de Campos Gerais, 370 - Real Parque, São Paulo-SP
tel. 2307-4566

Aqui no Blog falamos do mundo dos vinhos, além de darmos dicas e informarmos sobre degustações e promoções da Via Vinum.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

California Wine Land, 1965


Lindíssimos posters criados pela California Wine Advisory  Board em 1965, para valorizar o vinho californiano.







segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Branco de Paulo Laureano vence prova de harmonia com pastel de bacalhau



Para acompanhar um pastel de bacalhau, o que beber? Segundo um painel de prova composto por especialistas (e não só), uma boa opção é o Paulo Laureano Premium branco 2011.

Você encontra o Paulo Laureano Premium na Via Vinum, por R$ 65,00.

Acesse nosso site para saber das novidades: www.viavinum.com.br 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Acrescentar vinho à dieta do gado melhora sabor da carne


Alguns fazendeiros criadores de gado, da região de Languedoc descobriram uma maneira de alimentar os bois e aumentar a qualidade da carne: acrescentar vinho à dieta dos animais. De acordo com o fazendeiro Claude Chaballier, a carne fica mais magra e saborosa.


Chaballier experimentou acrescentar à dieta de duas vacas Angus e  uma Camargue uma mistura de uvas, cevada e dois litros de vinho durante o período de engorda e, depois de abater os animais e experimentar a carne, percebeu o resultado.

Ele disse que pretende usar a prática em uma escala regional no próximo mês, e usar vinhos Muscat de Lunel-Viel para dar uma característica aromática para a carne.

Cientistas na Austrália já haviam achado uma ligação entre acrescentar vinho a dieta das vacas e a melhora da produção do leite.  Pesquisadores franceses disseram que a melhora da qualidade e do sabor da carne não vem da química envolvendo a nova dieta, mas também da bebida, que melhora a qualidade de vida das vacas.


terça-feira, 20 de agosto de 2013

A maior adega do mundo


Com cerca de 100 quilômetros de túneis, a maior adega subterrânea não fica em Champagne, como alguns podem supor, mas na Moldávia.


Todo mundo sabe que a região de Champagne é famosa por seus espumantes e também por suas caves subterrâneas que possuem quilômetros e quilômetros de extensão, abrigando sob a típica superfície calcária milhões de garrafas que ficam acondicionadas anos a fio em um ambiente gélido e úmido (perfeito para os vinhos) aguardando o melhor momento de serem abertas.


As adegas de Champagne são tão grandes, algumas atingindo mais de 20 quilômetros, que - durante as duas últimas grandes guerras mundiais - foram usadas para muito mais do que conservar garrafas de vinho, servindo de abrigo para refugiados, estocagem de munição, esconderijo etc. Durante os conflitos, a vida dos habitantes locais ocorria debaixo da terra, com as aulas das escolas, por exemplo, ministradas no subterrâneo enquanto as bombas caíam na superfície.

No entanto, engana-se quem acha que estão na França as maiores caves subterrâneas do mundo. Fica na Moldávia, uma das antigas repúblicas da União Soviética, a adega de maior extensão do planeta. Cerca de 15 quilômetros ao norte de Chisinau, capital do país, estão as ditas "minas de Cricova", com mais de 100 quilômetros de comprimento.

II Guerra

Até a II Guerra Mundial, essas minas não tinham como finalidade guardar vinhos. Eram fonte de cal. Foi somente depois do conflito que elas passaram a ser usadas para isso, tanto que metade da adega pessoal de Hermann Göring, o segundo homem mais importante da Alemanha de Hitler, foi transferida para lá (a outra metade ficou na Crimeia). Hoje, 1,3 milhão de garrafas de mais de 600 marcas (incluindo aí não somente vinhos, mas também licores) estão descansando nos inúmeros corredores, que chegam a ter 7,5 metros de largura e 3,5 de altura, com profundidades que variam de 35 a 80 metros. Essas características mantêm o ambiente com temperatura constante entre 12 e 14°C e com umidade de 97 a 98%, ideal para a conservação das garrafas por longo tempo. Os túneis são tão grandes que podem comportar carros e é possível dirigir pelas "ruas", que possuem nomes das diversas variedades de uva. Mas, além de estocar vinhos, os túneis têm inúmeros "ambientes", com salas de degustação, reunião, de jantar, em diferentes estilos arquitetônicos e de decoração.


Em 1954, foi fundada a Cricova Oenotec, empresa vitivinícola moldava que usa cerca de 60 quilômetros dessas minas para seus próprios vinhos. Durante o regime soviético, os túneis de Cricova ficaram fechados para o público e apenas delegações de políticos e celebridades, como os presidentes Mikhail Gorbachev e o astronauta Iuri Gagarin, podiam acessá-la. Uma lenda diz que Gagarin, primeiro homem orbitar a terra, em 1961, visitou a adega em 1966 e só saiu dois dias depois escorado. Em 1967, a coleção de vinhos de Cricova foi considerada um símbolo da república socialista.

Mais recentemente, em 2007, em seu aniversário de 50 anos, o presidente russo Vladimir Putin também esteve nas caves da Cricova para celebrar. Curiosamente, seus túneis continuam crescendo, pois ainda hoje há escavações em algumas partes para a obtenção de calcário. Aliás, as primeiras escavações datam do século XV e começaram exatamente para obter cal para a construção da cidade de Chisinau.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Conheça as pipocas gourmet saborizadas com vinhos

 
Empresa americana fecha parceria com vinícola neozelandesa para produzir sabores especiais.
 
 
Depois que cervejas, brigadeiros e chocolates ganharam ingredientes especiais e entraram para o mundo das opções gourmet, não surpreende que outros alimentos se rendam à mesma tendência. E esse é exatamente o caso das pipocas Populence.

A partir de uma parceria da marca baseada em Nova York, nos Estados Unidos, com a vinícola Kim Crawford, da Nova Zelândia, surgiram os sabores inspirados nos vinhos: Pinot Noir Chocolate Drizzle, que mistura o sabor da uva com chocolate, e Sauvignon Blanc Kettle, que tem um toque de limão.

Não alcoólicas, as novas versões das pipocas surgiram quando Maggie Paulus – criadora da Populence – percebeu que sua maior demanda era por opções que combinassem com vinho. “A ideia de realmente incorporar um vinho fino como o Kim Crawford em uma receita única é empolgante”, declarou a proprietária.

De acordo com o jornal britânico The Daily Mail as pipocas gourmet podem ser encontradas na loja física da Populence em Nova York ou na loja online da marca. No site, o balde pequeno das pipocas saborizadas com vinho custa 35 dólares – cerca de 70 reais – e o pote grande, com o dobro do tamanho, sai por 48 dólares – algo como 100 reais. As pipocas especiais vêm em embalagens diferenciadas que foram criadas exclusivamente para celebrar a parceria.
 
Muito legal não? O que acharam?
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Quem aprecia vinho é mais saudável, nutre gosto pelas artes e, em geral, tem Q.I mais elevado - diz pesquisa


 
A mais recente pesquisa sobre vinho, realizada com jovens adultos na Dinamarca, mostra que aqueles que consomem vinho são, geralmente, mais inteligentes, nutrem gosto pelas artes e têm maior nível de instrução - fatores que podem também ser associados a uma saúde melhor. "As pessoas com altos Q.I. (quocientes de inteligência), pertencentes a um alto nível sócio-econômico, e que têm bom nível de instrução são geralmente mais saudáveis do que aquelas que não possuem essas características", afirmou June Reinisch, uma das autoras da pesquisa e diretora do Kinsey Institute for Research in Sex, Gender, and Reproduction, da Univesidade de Indiana.

O estudo, publicado pela Archives of Internal Medicine, nos Estados Unidos, analisou 967 homens e 845 mulheres com idades entre 27 e 39 anos.

Os autores do trabalho compararam pessoas que bebiam vinhos com as que consumiam cerveja, e as que se abstinham com as que consumiam os dois tipos de bebida.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Icewine: o vinho que veio do frio

 
 
Escolha uma das opções. Você já:

a) tomou vinho do Canadá?

b) provou um branco elaborado com a uva vidal?

c) experimentou um icewine?

Se respondeu não a todas as alternativas anteriores não há nada de errado com você, nem com seu conhecimento de vinhas e rótulos. O mundo do vinho é que é variado mesmo, e por isso mesmo é impossível conhecer de tudo. A diversão é esta, quando você tem a oportunidade de conhecer algo novo. Percebeu? Essa é a riqueza desta bebida. Eu, por exemplo, até sábado passado jamais havia provado um vinho da uva vidal.

 
O icewine é um vinho produzido em países de clima realmente frios, como Alemanha, onde recebe o nome de Eiswein, Áustria e aqui nas bandas do novo mundo fez a fama no Canadá. Antes de serem colhidas congeladas, no mês de dezembro, as uvas derretem e congelam novamente umas oito vezes. Cada vez que se congelam, mais sabores se concentram na fruta. O resultado é um branco doce, de baixo teor alcoólico com aqueles aromas etéreos que os bons vinhos de sobremesa exalam e que qualquer nariz mais cético é capaz de perceber. Na boca costuma vir uma sensação de compotas de frutas brancas ou cítricas, muito mel e certa untuosidade.


O Canadá se esmera em produzir bons icewines pelas razões óbvias. O clima é propício. Recentemente um grande amigo visitou o país e nos trouxe uma garrafa de um icewine da Peller Estates. Era um Icewine Vidal da safra 2007, da região de Niagara-On-the-Lake, da VQA (Vintners Quality Alliance ) de Ontário. VQA é um sistema de apelação canadense que garante que as uvas são provenientes da região de Ontário). É um tipo de vinho que deve ser bebido gelado e acompanha os doces no final da refeição, ou até mesmo substitui a sobremesa tal a riqueza de seus aromas e sabores (um doce de laranja de avó do interior, mel no nariz e no paladar, um toque de manteiga), tudo com enorme frescor – não é enjoativo com alguns vinhos doces muito alcoólicos. A fermentação é feita também a baixas temperaturas para manter a concentração da fruta.


 O problema foi a garrafa, de 200 ml – o que é normal para vinhos neste estilo. Para quatro taças foi necessária uma divisão parcimoniosa. Ficou gostinho de quero mais, o que é sempre um sinal de a coisa correu bem. Se tiver algum conhecido que venha de uma viagem ao Canadá, pede um para ele. Aqui nos trópicos, um ice wine vale como uma brisa refrescante e doce no final dos trabalhos.


Muito interessante não?!